Thursday, March 23, 2006

Assembleia Geral do GX Alekhine

 
 
 
 
 
 
 
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Sunday, January 1, 2006

Proposta de Acta da AG do GXA

PROPOSTA DE ACTA DA ASSEMBLEIA GERAL DO GRUPO DE XADREZ ALEKHINE REALIZADA EM 5 DE DEZEMBRO DE 2005 NO LOCAL DE JOGOS DO CLUBE

 

 

(Solicitam-se eventuais adendas ou correcções, para se elaborar a acta final.

 

O secretário da Mesa da Assembleia Geral, 

José Palma Fernandes)

Aos cinco dias do mês de Dezembro do ano dois mil e cinco, pelas vinte horas e trinta minutos, reuniu em sessão ordinária a Assembleia Geral do Grupo de Xadrez Alekhine (GXA) no local de jogos do clube, situado na Rua da Beneficência, número 231, em Lisboa, com a seguinte ordem de trabalhos:
  1. Informações. 
  2. Discussão e votação do relatório e contas referente ao período até 30 de Maio de 2005.
  3. Discussão e votação do Plano de Actividades e Orçamento para o ano de 2006 e respectivo parecer do Conselho Fiscal.

             Como à hora estipulada não estivesse presente a maioria dos sócios, a Assembleia só começou a funcionar pelas vinte e uma horas. Presidiu à Assembleia o respectivo Vice-Presidente, Dagoberto Markl, coadjuvado pelo Presidente do Conselho Fiscal, Carlos Moreira, e pelo Secretário da Direcção do GXA, José Palma Fernandes. Estiveram presentes mais onze sócios do GXA, a seguir nomeados por ordem alfabética:

    Alfredo Videira, Amadeu Solha Santos, Ângelo Francisco, Carlos Moreira, Dagoberto Markl, Francisco Vieira, João Gamboa Cardina, José Almeida Abrantes, José Palma Fernandes, José Pedro Tavares, Paulo Costa, Paulo Nuno Correia e Rui Pedro Castro,  

    e foi recebida uma mensagem electrónica do associado Marinus Lyuks a participar que não poderia estar presente na reunião por se encontrar fora de Lisboa.

              No ponto informações, o Vice-Presidente da Direcção, Francisco Vieira, começou por comunicar que o responsável do pelouro do desporto da Câmara Municipal de Lisboa tinha publicado uma entrevista em que afirmava que os jogos de Lisboa não continuariam no formato actual, embora não explicitasse qual a forma que eles iriam tomar. A seguir exortou os sócios do clube a inscreverem-se na Federação Portuguesa de Xadrez para a próxima época, o que deverá ser feito através do preenchimento da respectiva ficha e do pagamento de 11€ durante o mês de Dezembro. Acrescentou ainda que a próxima época é mais curta, pois decorrerá entre os dias um de Janeiro e trinta de Setembro.

              O Presidente da Direcção, Amadeu Solha Santos, afirmou que a actual Direcção conseguiu alcançar de uma maneira geral os objectivos a que se tinha proposto. Esclareceu que alguns melindres que tinha notado com a distribuição dos jogadores pelas equipas que participam em provas colectivas não tinham razão de ser: um jogador ficar na equipa B em vez da A ou não ser colocado no tabuleiro que lhe competiria de acordo com a sua classificação Elo não significa uma falta de respeito da parte dos respectivos directores, mas normalmente trata-se de questões tácticas, consoante os adversários a defrontar. Esta afirmação gerou alguma discussão e a opinião discordante do sócio Ângelo Francisco. O Presidente da Direcção terminou a sua intervenção salientando que, perante uma ordem de despejo do armazém em Chelas onde se encontra a Biblioteca do clube, é necessário transportar tudo o que lá está para a sede do clube o mais rapidamente possível; para tal sugeriu os dias 8 ou 10 de Dezembro e solicitou a ajuda de sócios disponíveis nessas datas.

              No segundo ponto da ordem de trabalhos, o Presidente da Direcção afirmou que, com a ajuda do Sr. Altino Costa da Associação de Xadrez de Lisboa, tinha montado um esquema para elaborar e apresentar as contas até à data em que a actual Direcção tomou posse, recorrendo apenas aos documentos indispensáveis. Sobre o balanço e a demonstração de resultados apresentados o Presidente do Conselho Fiscal disse que o Conselho não se pronunciaria, visto que foi eleito para apreciar as contas a elaborar dentro do mandato da actual Direcção e não as contas atrasadas. Depois de o Vice-Presidente da Direcção ter prestado alguns esclarecimentos, as contas apresentadas foram postas à votação, tendo sido aprovadas por unanimidade.

              Entrou-se então no terceiro ponto da ordem de trabalhos. O Plano de Actividades mereceu os seguintes reparos ou observações:

     

              Não estava incluído um torneio em 2006 no Museu Nacional de Arte Antiga; deverá portanto ser incluída uma referência a este torneio com a participação de dez jogadores.

              Não contemplava o Campeonato Nacional Absoluto; esta situação foi  justificada porque este Campeonato é função do Distrital.

     

              A proposta de torneios apresentada teve como base o calendário da Federação Portuguesa de Xadrez (FPX) e não o da Associação de Xadrez de Lisboa (AXL), porque esta está sem Direcção.

              Foi enfatizado que a participação do GXA em torneios dependerá naturalmente dos jogadores disponíveis e sobre este tema focou-se a previsível saída de alguns jogadores ucranianos.

              O Presidente da Direcção afirmou que o dinheiro das cotas é para as despesas comuns: inscrições e algumas deslocações. Acrescentou que o clube não tem grandes despesas e portanto as cotas não devem ser aumentadas. Em caso de necessidade, o clube procurará encontrar alguma contribuição extra. A este propósito, discutiu-se a hipótese de o clube ser declarado de utilidade pública, mas o Vice-Presidente da Direcção esclareceu que não estão reunidas as condições para tal.

              Posto o Plano de Actividades à votação, foi aprovado com uma abstenção e sem votos contra.

     

     

              Passou-se então a discutir o Orçamento para 2006. A discussão incidiu essencialmente sobre a cobrança das cotas. O Tesoureiro afirmou que a cobrança atempada das cotas é importante e que tem feito um esforço nesse sentido; actualmente cerca de um terço dos sessenta sócios do clube tem as cotas em dia e cerca de três quartos já pagou as cotas do corrente ano. Foi focada a necessidade de se falar com os sócios que têm cotas atrasadas e de se pensar em instituir um esquema de regular pagamento das cotas futuras.

              Chegada a altura da votação, o Orçamento apresentado foi aprovado por unanimidade.

              Não havendo mais nada a tratar, o Presidente da Assembleia deu-a por encerrada por volta das vinte e duas horas e trinta minutos. 

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

 


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